Hoje voltei a pensar em ti, tal como todos os dias, meses e anos que já passaram na tua ausência. Não sei se me consigo reconhecer, estou com mais alguns poucos anos em cima. Alguma maturidade diria até. Olho para o espelho e não sinto ser eu o seu reflexo. Parte de mim é uma nuvem de fumo que se formou ao longo destes anos, ou nevoeiro que paira no jardim num final de tarde. Nítido só tudo aquilo que vivi, sonhei e construí ao teu lado.
Nunca foi de todo minha vontade, nunca quis que estes pensamentos perdurassem em mim, não que não os quisesse reviver mas porque sei que não me farão bem. O problema não é recordar-me de ti, o problema é recordar-me de ti como alguém que ainda quero ter ao meu lado. Saber que és o sol que poderia aquecer estas manhãs frias, com um abraço caloroso. Ou a lua a guiar os meus devaneios.
Tenho saudades de sentir os teus dedos a enrolarem-se no meu cabelo, faz-me falta o teu toque suave, o teu olhar penetrante e a tua voz ternurenta. Sinto falta de te ter, aqui...comigo. O sentimento que nutro por ti esta-me intrínseco desde o primeiro momento. Não gosto de gostar tanto de ti, isto de gostar de alguém não é para todos. Não devia ser para mim.
Um dia espero voltar a cruzar-me contigo nem que seja por breves momentos, quero sussurrar-te ao ouvido o quanto (ainda) és importante para mim e o quão grande é o sentimento que (ainda) me liga ti. Quero contar-te os últimos anos da minha vida, numa interminável conversa, em que a grande maioria dos pensamentos tem um só dominador...tu... a única peça do puzzle da minha vida que me tem faltado.
Tenho-te longe, mas sinto-te perto. Sei que nada depende de mim, sei que cada um tem as suas próprias escolhas e o seu destino traçado. Mas mesmo assim espero que quando os teus olhos pousarem sobre estas linhas te recordes de tudo o que passamos, os bons momentos, os maus...vivemos tudo sem saber que um dia seria o último... sem saber que chegaríamos à ultima página do nosso capitulo no livro da tua vida.
Nunca foi de todo minha vontade, nunca quis que estes pensamentos perdurassem em mim, não que não os quisesse reviver mas porque sei que não me farão bem. O problema não é recordar-me de ti, o problema é recordar-me de ti como alguém que ainda quero ter ao meu lado. Saber que és o sol que poderia aquecer estas manhãs frias, com um abraço caloroso. Ou a lua a guiar os meus devaneios.
Tenho saudades de sentir os teus dedos a enrolarem-se no meu cabelo, faz-me falta o teu toque suave, o teu olhar penetrante e a tua voz ternurenta. Sinto falta de te ter, aqui...comigo. O sentimento que nutro por ti esta-me intrínseco desde o primeiro momento. Não gosto de gostar tanto de ti, isto de gostar de alguém não é para todos. Não devia ser para mim.
Um dia espero voltar a cruzar-me contigo nem que seja por breves momentos, quero sussurrar-te ao ouvido o quanto (ainda) és importante para mim e o quão grande é o sentimento que (ainda) me liga ti. Quero contar-te os últimos anos da minha vida, numa interminável conversa, em que a grande maioria dos pensamentos tem um só dominador...tu... a única peça do puzzle da minha vida que me tem faltado.
Tenho-te longe, mas sinto-te perto. Sei que nada depende de mim, sei que cada um tem as suas próprias escolhas e o seu destino traçado. Mas mesmo assim espero que quando os teus olhos pousarem sobre estas linhas te recordes de tudo o que passamos, os bons momentos, os maus...vivemos tudo sem saber que um dia seria o último... sem saber que chegaríamos à ultima página do nosso capitulo no livro da tua vida.
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