Vivemos em constante conflito, sim nós sociedade, por isto ou por aquilo, por palavras, por imagens , por gostos musicais e até pela orientação sexual deste ou daquele. Estamos num mundo onde és julgado por seres diferente, quando a diferença é criada nas cabeças fúteis dessa gente, num mundo onde os filhos têm mais autoridade que os pais e esses nem sabem do que acontece nos intervalos escolares onde nenhum olhar parental chega. Cada vez mais a beleza tem um padrão a seguir, nada é original.. o modo de andar, o jeito de vestir, tudo é ensinado na banal televisão portuguesa. Os valores desaparecem a partir do momento em que raparigas que ainda deviam brincar com bonecas e aproveitar para ver o ultimo episódio do mundo de Patty oferecem uma variada escolha de fotos comprometedoras nas redes sociais e se ofendem com comentários à altura do comportamento. Desaparecem quando o amor é predefinido apenas para duas pessoas de sexos diferentes, afinal tudo a volta se baseia em amor, aquilo que sentimos pela nossa mãe e pelo nosso cão embora seja de várias formas, não deixa de ser amor, então porquê apontar o dedo a um casal de dois homens ou duas mulheres ? Tal como não escolhemos a cor dos nossos olhos, também não escolhemos a pessoa que queremos a nosso lado. Quanto a isto, tenham um pouco de inteligência e desenvolvam a pratica do respeito que hoje em dia não se vê, ou pouco.
Mas todos nós sabemos queixar-nos da sociedade mas poucos se apercebem que nós próprios a fizemos assim, nós é que alimentamos esta discriminação toda, está banalidade toda e esta falta de valores importantes. Mas por outro lado, tenho que admitir que nós, a juventude deste século, somos muito mais realistas no que diz respeito à nossa posição como cidadãos, e estamos mais envolvidos em questões como a politica e a cidadania, apesar de muitas vezes não a praticarmos. Mas sobretudo somos consumistas e individualistas, e falta nos sonhos futuristas, no entanto valorizamos tanto as relações sociais e a quantidade de likes que cada um tem na sua nova foto de férias que parece ser muito mais relevante que tudo o resto.
Regulamos as nossas vidas em função do pseudo-afeto, e concluindo fazemos parte da evolução das sociedades humanas e estaremos sempre a par dessa evolução através do mural do facebook nos nossos iphones. Pois é.
Mas todos nós sabemos queixar-nos da sociedade mas poucos se apercebem que nós próprios a fizemos assim, nós é que alimentamos esta discriminação toda, está banalidade toda e esta falta de valores importantes. Mas por outro lado, tenho que admitir que nós, a juventude deste século, somos muito mais realistas no que diz respeito à nossa posição como cidadãos, e estamos mais envolvidos em questões como a politica e a cidadania, apesar de muitas vezes não a praticarmos. Mas sobretudo somos consumistas e individualistas, e falta nos sonhos futuristas, no entanto valorizamos tanto as relações sociais e a quantidade de likes que cada um tem na sua nova foto de férias que parece ser muito mais relevante que tudo o resto.
Regulamos as nossas vidas em função do pseudo-afeto, e concluindo fazemos parte da evolução das sociedades humanas e estaremos sempre a par dessa evolução através do mural do facebook nos nossos iphones. Pois é.
0 comentários